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Tia! Tia! Tia!

As tias têm voz. E histórias.

Porque não têm surgido postais

A Tia precisa de tempo para tirar as tuas histórias do baú onde saltitam. Sim, as memórias que tenho contigo pulam, riem, rodopiam nos pensamentos onde as guardo. E quando as quero escrever tenho de as segurar com cuidado para que não fujam, irrequietas como tu num jogo da apanhada... não param no mesmo sítio, agora uma, ainda a meio e já outra... tantas no mesmo instante!

Preciso também de tempo para recordar o que já contei - não queremos tropeçar duas vezes na mesma história, pois não?

Está quase... e entretanto lê, Sobrinha. Ler é correr mundo sem sair do lugar. E tu já sabes ler, já me podes ler ao telefone as histórias que escreveres ou que descobrires nos livros e desenhos que te aguardam.

 

Agora ainda não, mas mais velha também gostarás deste quase poema onde a Gaffe, aquela amiga que pintou as paredes deste teu quarto de brincar, fala das sobrinhas que aprendem a ler... Ela também é tia, e por isso sabe o que diz. Um dia verás!

10 comentários

[acho que...]